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Assentimento ao Magistério (Parte V) – Positio tuta vel non tuta

Assentimento ao Magistério (Parte V) – Positio tuta vel non tuta

Apêndice 2 – A Posição tuta vel non tuta e sua impossibilidade Alguns teólogos afirmam que existe entre os documentos pontifícios uma só distinção. Há, de um lado, os decretos nos quais uma verdade especulativa é infalivelmente definida e, do outro lado, há decretos que dizem respeito unicamente à segurança ou não segurança de determinada … Continue lendo

Assentimento ao Magistério (Parte IV) – Resposta às objeções

Assentimento ao Magistério (Parte IV) – Resposta às objeções

O teólogo Lercher diz algo semelhante: “(…) O modo pelo qual o erro é excluído consiste, mais provavelmente, na assistência do Espírito Santo dada à cabeça da Igreja, pela qual tal decreto errôneo é evitado. Todavia, absolutamente falando, não repugna que o erro seja excluído pelo Espírito Santo pelo fato de que os súditos percebam o erro e cessem de assentir internamente ao decreto. (…)” Continue lendo

Assentimento ao Magistério (Parte III)

Assentimento ao Magistério (Parte III)

“(…) Opor-se a essa doutrina é um erro grave com consequências importantes não somente de ordem especulativa, mas também de ordem prática, como se constata atualmente: de um lado a recusa de toda autoridade que não é infalível, como se a autoridade infalível fosse a única verdadeira autoridade; de outro lado, querer fazer de toda autoridade uma autoridade infalível (…).” Continue lendo

Assentimento ao Magistério (Parte II)

Assentimento ao Magistério (Parte II)

“(…) Onde há mais autoridade, a participação no Magistério do Salvador é mais intensa e, por conseguinte, tem mais de divino que de humano. Podem-se distinguir três graus de Magistério, correspondentes a três graus de autoridade: Magistério infalível, Magistério puramente autêntico da autoridade suprema, Magistério dos Bispos Diocesanos.” Continue lendo